Imagem de divulgação: Elizabeth Catlett, Angela libre, 1972
Ciclo de Teoria da Arte
Ciclo de Teoria da Arte
O novo ciclo de cinema no Midrash propõe debater filmes que abordam conflitos entre fronteiras e de que forma os caminhos se apresentam para que a paz possa ser alcançada, enfim. Sem maniqueísmos, nem qualquer partidarismo, pretendemos olhar todos os lados de fronteiras históricas que possuem repercussões até os dias de hoje, inclusive quando se trata de influências e manipulações externas em outros continentes e territórios estrangeiros. Vamos mergulhar nas diferentes formas de como o cinema pode nos auxiliar a ampliar perspectivas. Iremos abordar inúmeros filmes ao longo das semanas, porém, calcados por apenas uma obra central escolhida a cada aula como tema norteador da região escolhida.
No primeiro encontro, debateremos a partir de “Ararat” (2002), de Atom Egoyan, numa metalinguagem de um filme dentro de outro sobre o genocídio armênio.
No segundo encontro, iremos analisar o filme “Tartarugas Podem Voar”, de Bahman Gobadi, que acompanha crianças refugiadas entre o Curdistão e o Iraque.
No terceiro encontro, iremos analisar como a metáfora de um limoeiro pode ficar no meio de questões históricas entre a Palestina e Israel, podendo evidenciar a inaptidão de órgãos internacionais e países estrangeiros em saber debater horizontalmente a respectiva complexidade dos fatos no filme “Lemon Tree” (2008), de Eran Riklis.
No quarto encontro, debateremos a Bósnia com o potente e recente sucesso internacional “Quo Vadis, Ainda?” (2020), de Jasmila Zbanic
O novo ciclo de cinema no Midrash propõe debater filmes que abordam conflitos entre fronteiras e de que forma os caminhos se apresentam para que a paz possa ser alcançada, enfim. Sem maniqueísmos, nem qualquer partidarismo, pretendemos olhar todos os lados de fronteiras históricas que possuem repercussões até os dias de hoje, inclusive quando se trata de influências e manipulações externas em outros continentes e territórios estrangeiros. Vamos mergulhar nas diferentes formas de como o cinema pode nos auxiliar a ampliar perspectivas. Iremos abordar inúmeros filmes ao longo das semanas, porém, calcados por apenas uma obra central escolhida a cada aula como tema norteador da região escolhida.
No primeiro encontro, debateremos a partir de “Ararat” (2002), de Atom Egoyan, numa metalinguagem de um filme dentro de outro sobre o genocídio armênio.
No segundo encontro, iremos analisar o filme “Tartarugas Podem Voar”, de Bahman Gobadi, que acompanha crianças refugiadas entre o Curdistão e o Iraque.
No terceiro encontro, iremos analisar como a metáfora de um limoeiro pode ficar no meio de questões históricas entre a Palestina e Israel, podendo evidenciar a inaptidão de órgãos internacionais e países estrangeiros em saber debater horizontalmente a respectiva complexidade dos fatos no filme “Lemon Tree” (2008), de Eran Riklis.
No quarto encontro, debateremos a Bósnia com o potente e recente sucesso internacional “Quo Vadis, Ainda?” (2020), de Jasmila Zbanic
FILIPPO PITANGA
Advogado, Jornalista, Crítico, Pesquisador e Curador de Cinema.
Mestre pela UFRJ em Comunicação/Cultura e especialização em Cinema.
Membro e Júri FIPRESCI – Federação Internacional de Críticos de Cinema.
Membro da SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e ACCRJ.
Codiretor e curador no CineFantasy-IFFF International Fantastic Film Festival.
Professor na Universidade Estácio de Sá, Academia Internacional de Cinema, Midrash e Sesc.
Colaborador da ABRAFAN e membro da FANTLATAM – aliança latino-americana.
Autor de artigos em livros: O Melhor do Terror dos anos 90, Brasil Phantastiko etc.
Convidado no Popverso CNN, Jornal Hoje, RedeTV News, Canal Curta e TV Gazeta.
Apresentador e Roteirista do programa Sessão AIC no Canal Like (530 da Net).
Curador no ROTA Festival de Roteiro, Olhar Periférico e FestCine Pedra Azul etc.
Organizador do Festival Internacional Colaborativo de Audiovisual - FICA.VC.
Curador de Cineclubes AIC, Estação Net, Ação e Reflexão, Casa do Saber.
Host dos Podcasts Reserva Imovision, do Cine Raio-X e Cinema em Série.
Colunista da Revista Fórum e Carta Capital e Revista A Forca de Judas.
Editor-chefe do Almanaque Virtual.
FILIPPO PITANGA
Advogado, Jornalista, Crítico, Pesquisador e Curador de Cinema.
Mestre pela UFRJ em Comunicação/Cultura e especialização em Cinema.
Membro e Júri FIPRESCI – Federação Internacional de Críticos de Cinema.
Membro da SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e ACCRJ.
Codiretor e curador no CineFantasy-IFFF International Fantastic Film Festival.
Professor na Universidade Estácio de Sá, Academia Internacional de Cinema, Midrash e Sesc.
Colaborador da ABRAFAN e membro da FANTLATAM – aliança latino-americana.
Autor de artigos em livros: O Melhor do Terror dos anos 90, Brasil Phantastiko etc.
Convidado no Popverso CNN, Jornal Hoje, RedeTV News, Canal Curta e TV Gazeta.
Apresentador e Roteirista do programa Sessão AIC no Canal Like (530 da Net).
Curador no ROTA Festival de Roteiro, Olhar Periférico e FestCine Pedra Azul etc.
Organizador do Festival Internacional Colaborativo de Audiovisual - FICA.VC.
Curador de Cineclubes AIC, Estação Net, Ação e Reflexão, Casa do Saber.
Host dos Podcasts Reserva Imovision, do Cine Raio-X e Cinema em Série.
Colunista da Revista Fórum e Carta Capital e Revista A Forca de Judas.
Editor-chefe do Almanaque Virtual.
📍 on-line
📅 Início: 08/04/2025
04 encontros
⏰ 20h
🆓 Entrada Gratuita
Atenção, o curso gratuito não dá direito ao envio das gravações, sendo este feito apenas para os participantes do programa Amigos do Midrash.
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